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Estudo mostra que tocar instrumento musical modifica o cérebro

 

Quem nunca sentiu vontade, pelo menos uma vez na vida, de tocar um instrumento musical? Ou não viu os seus dedos acompanharem o ritmo de um som que o agradou? A criatividade também se expressa por meio da música, sejam em composições, ou no desenvolvimento de novas habilidades.

 

O encontro anual da Society for Neuroscience (Sociedade de Neurociência), apresentou três estudos este ano sobre os benefícios que o ato de tocar instrumentos musicais traz para o cérebro. As pesquisas apontam que adquirir e praticar essa habilidade por um longo período gera novos processos no cérebro em diferentes etapas da vida. Ela traz melhoras para a criatividade, cognição, e, consequentemente, para a capacidade de aprendizagem.

 

Em um estudo realizado pela a equipe de Yunxin Wang, do Laboratório State Key de Neurociência Cognitiva e Aprendizado da Universidade Normal de Pequim (China), foram analisados os efeitos do aprendizado musical nas estruturas cerebrais de 48 chineses entre 19 e 21 anos. Todos eles já haviam estudado música por pelo menos um ano entre seus três e 15 anos de idade. Os resultados mostraram que o aprendizado musical entre jovens desenvolve o cérebro, especialmente nas regiões que operam com as habilidades com línguas e funções executivas. Segundo os pesquisadores, o volume do cérebro em regiões responsáveis pela audição e a autoconsciência mostram-se maiores nas pessoas que começaram o estudo de música antes dos sete anos. 
Outra pesquisa, realizada na Universidade de Quebec (Canadá), avaliou a relação da música com todos os sentidos. Os pesquisadores solicitaram duas tarefas a um grupo de músicos treinados e a outro composto por não músicos. As atividades lidavam com o toque e a audição ao mesmo tempo. Os músicos separaram melhor as informações auditivas das táteis recebidas simultaneamente, em comparação aos indivíduos que não são músicos.

 

Esses estudos impactam diretamente no campo da reabilitação, já que a música pode ser utilizada para tratar pessoas com deficiências, doenças degenerativas ou para quem está em idade mais avançada.

 

O terceiro estudo, realizado, no Instituto Karolinksa, de Estocolmo (Suécia), testou a improvisação musical de 39 pianistas com variados níveis de treinamento nessa competência. O objetivo foi verificar até onde o comportamento criativo pode ser aprendido e automatizado. Os mais experientes mostraram maior conectividade funcional com outras áreas motoras, pré-motoras e nas regiões pré-frontais do cérebro, conforme a idade e a experiência geral como pianista. Segundo a pesquisadora Ana Pinho, essas descobertas indicam que o treinamento de improvisação influencia diretamente a criatividade musical, pois o processo de criação mostra-se facilitado, já que as áreas do cérebro passam a ter maior conectividade.

 

A relação entre a música e o desempenho do cérebro tem sido objeto de pesquisa por muitas décadas, em que é avaliado principalmente o grau de influência no processo cognitivo, na inteligência e na criatividade humana. De qualquer forma, os resultados chamam a atenção para o fato que a atividade musical é mais do que simples lazer. Na verdade ela pode ser, desde cedo, uma importante contribuição ao desenvolvimento do ser humano e ao seu aprimoramento criativo.

 

Fontes: eCycle, Revista Pais & Filhos

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